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VERBETE BIOGRÁFICO

Nasceu em São Paulo onde vive e trabalha. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela PUC, Campinas (1997), e mestrado pelo Programa de Comunicação e Semiótica da PUC, São Paulo (2003). É doutora pelo mesmo programa com a tese sobre arte contemporânea “Mapas para desorientar – e territorializar ambientes e corpos” (2014). Desde 1994 tem participado de diversas exposições de arte individuais e coletivas, em São Paulo, na Galeria Eduardo Fernandes, Paço das Artes, SESC, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, Museu de Arte de São Paulo, Espaço Cultural Porto Seguro, entre outras e Galerie Sycomore, em Paris. É autora do livro “Identidades – A produção da diferença em arte contemporânea”, Editora Intermeios, 2014.

Identidade [s] A produção da diferença em arte contemporânea

O livro trata do sentido de identidade em trabalhos de arte contemporânea não por aquilo que o define, mas pela possibilidade de levantar questões à margem das categorizações. Juntamente às imagens das obras são feitas análises de textos de várias áreas, como comunicação, estudos culturais, ciência e literatura, além da área de artes. O resultado final se assemelha a uma curadoria, construída no próprio percurso, por meio da conexão de diversas fontes, entre múltiplos eixos temporais, estruturada com citações, comentários e imagens. O objetivo é constituir um quadro de reflexão sobre a aptidão da arte para provocar deslocamentos conceituais e desterritorializar molduras epistemológicas. Esse livro partiu da pesquisa de mestrado da autora.

 

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Mapas para desorientar e territorializar ambientes e corpos

Nesta tese, observei os trabalhos artísticos como mapas que desorientam por que exatamente questionam determinações. São inacabados, por que estão sempre prontos à novas conexões. As ações artísticas, ao criarem<a href=”https://chiefessays.net/effects-of-global-warming-essay/” style=”text-decoration: none; color:#333″>short paragraph on global warming</a>novos conceitos, estratégias e metáforas, desestabilizam categorias e classificações identitárias previamente conhecidas. A tese se organiza a partir de três encontros que acionam debates e insights, gerando novos processos de criação. São eles: Jorge Macchi e Alva Noë; Lee Ufan e António Damásio; Silvia Bächli e William Hirstein e Vilayanur S. Ramachandran. Os trabalhos que produzi a partir dos insights complementam a pesquisa e podem ser observados como reflexões, desdobramentos sensíveis das questões apresentadas na tese.

https://tede2.pucsp.br/handle/handle/4632